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    Home»Negócios»Valor da cesta básica aumenta em todas as capitais em 2016, segundo Dieese
    Negócios

    Valor da cesta básica aumenta em todas as capitais em 2016, segundo Dieese

    Aquiles Emir14 de janeiro de 201703 Mins Read
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    Em 2016, o valor acumulado da cesta básica aumentou nas 27 capitais do país, onde o Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) realizou mensalmente, durante todo o ano, a Pesquisa Nacional da Cesta Básica de Alimentos. As maiores altas foram registradas em Rio Branco (23,63%), Maceió (20,69%) e Belém (16,70%). As menores variações ocorreram em Recife (4,23%), Curitiba (4,61%), São Paulo (4,96%) e Campo Grande (5,04%).

    Entre novembro e dezembro, o valor da cesta diminuiu em 25 cidades. As quedas mais expressivas foram registradas em Aracaju (-5,11%), Campo Grande (-4,16%) e São Luís (-4,13%). As altas foram anotadas em Manaus (0,22%) e Rio Branco (0,97%). O maior custo do conjunto de bens alimentícios básicos foi apurado em Porto Alegre (R$ 459,02), seguido de Florianópolis (R$ 453,80), Rio de Janeiro (443,75) e São Paulo (R$ 438,89). Os menores valores médios foram observados em Recife (R$ 347,96), Aracaju (R$ 349,68) e Natal (R$ 351,96).

    Com base na cesta mais cara, que, em dezembro, foi a de Porto Alegre, e levando em consideração a determinação constitucional que estabelece que o salário mínimo deve ser suficiente para suprir as despesas de um trabalhador e da família dele com alimentação, moradia, saúde, educação, vestuário, higiene, transporte, lazer e previdência, o DIEESE estima mensalmente o valor do salário mínimo necessário. Em dezembro de 2016, o salário mínimo necessário para a manutenção de uma família de quatro pessoas deveria equivaler a R$ 3.856,23, ou 4,38 vezes o mínimo de R$ 880,00.

    Em novembro, o mínimo necessário correspondeu a R$ 3.940,41, ou 4,48 vezes o piso vigente.

    Custo e variação da cesta básica em 27 capitaisBrasil – dezembro e ano de 2016:

    • Rio Branco (AC) – R$  384,44 
    • Maceió (AL) R$ 391,56 
    • Belém (PA) –  R$ 410,71 
    • Goiânia (GO) – R$ 386,84 
    • Fortaleza (CE) – R$ 394,19
    • Aracaju (SE) – R$ 349,68 
    • Salvador (BA) – R$ 355,15
    • João Pessoa (PB) – R$ 366,16 
    • Natal (RN) – R$ 351,96 
    • Rio de Janeiro (RJ) – R$ 443,75
    • Palmas (TO) – R$ 383,09
    • Teresina (PI) – R$ 378,95 
    • Vitória (ES) – R$ 426,32 
    • Cuiabá (MT) – R$ 426,22 
    • Brasília (DF) – R$ 433,74 
    • Boa Vista (RR) – R$ 395,69 
    • São Luís (MA) – R$ 356,07
    • Porto Velho (RO) – R$ 377,69 
    • Macapá (AP) – R$ 370,27 
    • Porto Alegre (RS) – R$ 459,02 
    • Manaus (AM) – R$ 395,08 
    • Florianópolis (SC) – R$ 453,80 
    • Belo Horizonte (MG) – R$ 394,66 
    • Campo Grande (MS) – R$ 408,06 
    • São Paulo (SP) – R$ 438,89 
    • Curitiba (PR) – R$ 409,86
    • Recife (PE) – R$ 347,96 
    • Fonte: DIEESE

    Salário mínimo – Em dezembro de 2016, o tempo médio necessário para adquirir os produtos da cesta básica foi de 98 horas e 59 minutos. Em novembro, a jornada necessária foi calculada em 100 horas e 56 minutos.Quando se compara o custo da cesta e o salário mínimo líquido, ou seja, após o desconto referente à Previdência Social, verifica-se que o trabalhador remunerado pelo piso nacional comprometeu, em dezembro, 48,90% do salário para adquirir os mesmos produtos que, em novembro, demandavam 49,87%.

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    Aquiles Emir

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

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