Close Menu
Maranhão Hoje
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp RSS
    Maranhão Hoje
    Contato
    • Mundo
    • Brasil
    • Maranhão
    • Negócios
    • Poder e Política
    • Esporte
    • Outros
      • Agronegócio
      • Arte e Espetáculo
      • Blogs e colunistas
      • Ciência e Tecnologia
      • Conversa Franca
      • Comportamento
      • Eventos
      • Lançamentos
      • Maranhão Hoje TV
      • Turismo
      • Revista Maranhão Hoje
      • Variedades
      • Veículos
    Maranhão Hoje
    Home»Negócios»Empresários e trabalhadores temem crise no setor de construção com aumento de ICMS
    Negócios

    Empresários e trabalhadores temem crise no setor de construção com aumento de ICMS

    Aquiles Emir21 de março de 201704 Mins Read
    Compartilhar WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link
    Fábio Nahuz (E) manifesta preocupação com as empresas de construção com o aumento do ICMS
    Compartilhar
    WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link

    AQUILES EMIR

    Os representantes dos empresários e trabalhadores da construção civil que participaram na tarde desta terça-feira (21) de uma audiência pública na Assembleia Legislativa sobre o Projeto de Lei 229/2016 que revoga a Lei 9.049/2009, que estabelece cobrança diferenciada de produtos adquiridos pelas construtoras, fizeram um apelo ao governador Flávio Dino (PCdoB) para que não onere mais ainda o setor, pois isto pode aumentar o desemprego de operários.

    Caso o projeto seja aprovado, as empresas deixarão de recolher 3% de ICMS sobre os materiais de construção e passarão a pagar 18%, pois, pela emenda constitucional que criou novas regras para cobrança do imposto (leia reportagem na seção de economia) a partir de 2019, o estado de origem ficará com 100% do tributo.

    Uma das presenças mais esperadas no debate, a do secretário estadual de Fazenda, Marcellus Ribeiro, não ocorreu. Ele havia confirmado sua participação, mas comunicou minutos antes da audiência começar que não poderia comparecer. Também não marcaram presença os deputados da base aliada do governo para justificar o projeto.

    O presidente do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon), Fábio Nahuz, disse que sua maior preocupação, caso o projeto seja aprovado, é com as empresas que executam obras públicas, principalmente pelo Minha Casa, Minha Vida, pois os preços dos contratos não podem ser reajustados, e eles neste momento operam tendo por base um imposto de 3%  e se isto aumentar cairá sua margem de lucro e para que ela seja mantida vão optar por corte de custos e isto sempre implica em diminuir gastos com pessoal. Ele espera, embora compreenda a complexidade jurídica e contábil do tema, que o debate seja ampliado para evitar agravamento da crise.

    Já o presidente do Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil, Humberto França Mendes, temendo que a crise do desemprego afete mais ainda sua categoria, questionou: “Já aumentaram o ICMS da energia, da gasolina, do telefone… e ainda vão aumentar mais este?”

    Humberto França Mendes questionou mais um aumento de ICMS no Maranhão

    Questionamentos – Da audiência participaram os deputados Eduardo Braide (PMN), que a presidiu, Adriano Sarney (PV) e Wellington do Curso (PP), além do presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB-MA), Thiago Diaz, para quem é insensato se pensar em aumento de impostos em momentos de crise, pois só agrava a situação.

    Segundo Eduardo Braide, por pouco a reunião não seria necessária, pois o projeto já deveria ter sido aprovado, “no apagar das luzes de 2016”, quando foi apresentado, o que não ocorreu por conta de uma nota do Sinduscon, e mais uma vez ela iria passar a toque de caixa, semana passada, o que foi evitado pelo seu pedido de vistas, na Comissão de Constituição e Justiça. Braide observou que as ausências de representantes do Estado e de deputados aliados do governador dão uma senha de que esta matéria pode até ser aprovada, como têm sido todas as de interesse do Palácio dos Leões, mas vai ser preciso um amplo debate.

    Braide chegou a questionar também por que o governo não dispensa ao setor da Construção, que é o que mais emprega no estado, o mesmo tratamento dado para a empresas atacadistas, que estão tendo alíquotas especiais de ICMS.

    Já o deputado Adriano Sarney observou que quem deveria estar questionando a constitucionalidade da lei seriam os estados exportadores dos produtos adquiridos pelas empresas locais, porém, estranhamente, quem está tomando a iniciativa é o governo do Maranhão. Wellington do Curso aproveitou a oportunidade para fazer uma observação política. “Se um de nós (ele, Eduardo Braide ou a vereadores Rose Sales, também presente no encontro) tivesse sido eleito prefeito de São Luís talvez a questão estivesse sendo debatida em outro nível, já que o prefeito Edivaldo Holanda Júnior (PDT) até o momento não se manifestou sobre o problema.

    FIEMA
    Previous ArticleAzul cria voos extras para São Luís no período das férias de julho
    Next Article Estado não quer 3% de ICMS da construção, mas 18%
    Aquiles Emir

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

    Você pode gostar

    Negócios


    Tecnologia e eficiência em pauta do WEG Day realizado na Federação das Indústrias do Maranhão

    26 de junho de 2026
    Negócios


    Grupo Mateus entra no segmento farmacêutico com inauguração da primeira unidade do Mix Toureiro Farma

    25 de junho de 2026
    Negócios


    Empresária Fabia Silva discute paradigmas da indústria e internacionalização na Federação das Indústrias

    25 de junho de 2026
    Add A Comment
    Leave A Reply Cancel Reply

    Demonstre sua humanidade: 7   +   6   =  

    Conversa Franca – Aquiles Emir

    Por conta do feriado municipal de São Pedro, segunda-feira (29), São Luís terá um fim de semana prolongado para ninguém botar defeito: três dias de folga, mas pode chegar a quatro, dependendo da atividade ou do endereço do local de trabalho. Os servidores públicos terão direito a ponto facultativo, e as empresas do bairro do João Paulo não abrem, por conta do desfile de São Marçal, terça-feira (30), para encerrar a temporada junina na capital maranhense.

    Compartilhar
    Compartilhe este vídeo:
    • Últimas notícias
    • Revista Maranhão Hoje


    Deputada se envolve em confusão com guardas de trânsito no estacionamento da SMTT ao tentar gravar contra prefeitura

    26 de junho de 2026


    Em nota sobre confusão com deputada , SMTT diz que condutor do veículo da parlamentar fez manobras arriscadas no estacionamento

    26 de junho de 2026


    Deputada Mical Damasceno se envolve em confusão com guardas municipais ao tentar gravar vídeo na SMTT

    26 de junho de 2026


    Senai oferece 75 vagas gratuitas para cursos de Qualificação Profissional em Itapecuru-Mirim e Rosário

    26 de junho de 2026


    Ao inaugurar mais um empreendimento, empresário Ilson Mateus não fala de negócios, só de religião

    26 de junho de 2026

    MARANHÃO HOJE – ED. 129 JANEIRO 2024

    6 de fevereiro de 2024

    MARANHÃO HOJE – ED. 128 DEZEMBRO 2023

    30 de dezembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 127 NOVEMBRO 2023

    7 de dezembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 126 OUTUBRO 2023

    2 de novembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 125 SETEMBRO 2023

    29 de setembro de 2023
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    Maranhão Hoje © 2017-2026 . Desenhado por Os Orcas.

    Política de Privacidade / Termos de Uso

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.