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    Home»Variedades»Startup maranhense apoiada pela Sudene cria jogo para recontar história da Amazônia
    Variedades

    Startup maranhense apoiada pela Sudene cria jogo para recontar história da Amazônia

    Aquiles Emir13 de novembro de 202404 Mins Read
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    Equipe responsável pelo game: Juliana Nogueira, Ádani Robson, Vinicius Sirino e Patrícia Muniz (Foto: divulgação)
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    Plataforma mostra região pela perspectiva decolonial e interativa

    A startup maranhense responsável pelo desenvolvimento de “Gamezônia”, um jogo que promove a educação por meio de uma experiência imersiva sobre a Amazônia, integra o programa de estímulo à inovação e empreendedorismo da Superintendência do Desenvolvimento do Nordeste (Sudene). O projeto faz parte de uma iniciativa que apoia 11 startups no estado, fruto de uma parceria entre a Sudene e a Fundação de Amparo à Pesquisa e ao Desenvolvimento Científico e Tecnológico do Maranhão (Fapema).

    O objetivo dos fundadores ao criarem o “Gamezônia” é oferecer uma ferramenta educacional que pudesse recontar a história da Amazônia através de uma perspectiva decolonial, apresentando desafios reais, distante dos estereótipos e romantizações frequentemente retratados na mídia.

    “Quando decidimos criar o jogo, nossa diretora de Operações, Patrícia Muniz, começou a buscar lideranças indígenas no Maranhão para validar essa proposta e obter seu apoio. Nesse processo, o Sirino, nosso diretor executivo, conheceu a liderança indígena da Raquel Tremembé, que atua tanto em contexto rural quanto urbano”, conta Juliana Nogueira, diretora de Conhecimento da empresa.

    “Raquel, então, nos conectou com outras lideranças indígenas e quilombolas do Maranhão e conhecemos a pedagoga indígena Maria Lídia, que indicou um indígena urbano de Belém, Porakê Mundukuru, com vasta experiência em RPG”, complementou Vinicius Sirino, fundador e CEO. Esta abordagem colaborou para que o jogo adquirisse um caráter ainda mais fidedigno à realidade abordada.

    O jogo foi estruturado em torno de temáticas centrais como a proteção dos rios e recursos hídricos, preservação das florestas, valorização das comunidades tradicionais, salvaguarda da cultura e patrimônio cultural, proteção da fauna amazônica e o reconhecimento e perpetuação dos saberes tradicionais. O Maranhão convive com a presença de três biomas em seu território: cerrado, amazônia e caatinga.

    “Cada membro operou aspectos específicos da metodologia, combinando esforços em articulação com comunidades, coordenação de reuniões, gestão de aspectos contratuais e legais, e supervisão da validação científica e desenvolvimento narrativo”, relatou a diretora de Operações, Patrícia Muniz.

    As cinco fases do jogo são inspiradas em locais reais da Amazônia, trazendo a proposta de ser uma conexão autêntica com o território. A plataforma está disponível em ambiente digital próprio, podendo ser acessado através do site oficial www.gamezonia/site ou através das redes sociais, a exemplo do Instagram @gamezoniabr.

    Além de ter participado ativamente do Startup20, a equipe também integrou os grupos de trabalho como delegados do G20, participando das discussões e contribuindo com a perspectiva de startups que trabalham com educação e impacto social. O projeto também foi apresentado na COP28 em Dubai como um caso de inovação em educação e sustentabilidade.

    “São exemplos de sucesso como este que mostram como é grande a capacidade criativa dos empreendedores do Nordeste”, destaca o superintendente Danilo Cabral. “E é interessante, como no caso do Gamezônia, é possível reunir, de forma lúdica, aspectos como inovação, sustentabilidade, educação, entre outros temas tão importantes para o desenvolvimento regional”, complementa o gestor.

    Inovação e desenvolvimento regional – A Sudene já investiu R$ 4,9 milhões no apoio a projetos da área de inovação em sete estados na área de abrangência da autarquia. No total, 88 projetos foram contemplados.

    Os recursos são oriundos do valor correspondente a 1,5% das operações do Fundo de Desenvolvimento do Nordeste (FDNE). Para selecionar tais iniciativas, a Sudene atuou em conjunto com a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep), analisando soluções participantes do Programa Centelha 2. Na parceria com a Fapema, no Maranhão, foram investidos R$ 542,6 mil.

    As diretrizes que contemplam a aplicação destes recursos estão voltadas para a difusão de pesquisas e tecnologias para arranjos produtivos locais, formação de recursos humanos e a implementação de polos de produção científica. Os projetos precisam estar em sintonia com o Plano Regional de Desenvolvimento do Nordeste (PRDNE), que dedica um eixo específico de ações para a área de inovação.

    FIEMA
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    Aquiles Emir

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

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