O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recebeu, na Casa Branca, Fabiana Rosales, mulher de Juan Guaidó, autodeclarado presidente da Venezuela, em Washington (EUA). O encontro ocorreu no momento em que os venezuelanos enfrentam mais um apagão. Ao presidente norte-americano, a mulher do venezuelano disse temer pela segurança do marido.
Na audiência, Trump pediu para a Rússia sair da Venezuela, pois os russos dão apoio ao governo de Nicolás Maduro, com suporte econômico e militar. Ontem (27), em Caracas, Guaidó apelou para aumentar a pressão contra Maduro.
O apagão na Venezuela é interpretado por Maduro como uma “ataque cibernético” contra seu governo. É a segunda paralisação no país em menos de 20 dias.
Especialistas estimam que as quedas de energia estão custando à economia venezuelana US $ 200 milhões por dia.
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Novo apagão – Pela segunda vez em pouco mais de 15 dias, a Venezuela vive um apagão. As autoridades do país atribuem a pane nos sitema elétrico a uma sabotagem de adversários políticos na Usina Hidrelétrica Simon Bolívar. Há 19 dias, Caracas e 20 das 23 regiões do país ficaram sem energia por um longo período.
Segundo o ministro das Comunicações, Jorge Rodríguez, afirmou que linhas de energia foram danificadas.
O apagão ocorre no momento em que a crise na Venezuela é intensa. No país, o presidente venezuelano, Nicolás Maduro, insiste que é o líder legítimo. Porém, para parte da comunidade internacional, Juan Guaidó, autodeclarado presidente da República, é o líder reconhecido.
Acordos – Nos próximos dias, Rússia e Venezuela pdevem assinar 20 acordos de parceria. A determinação foi confirmada pelos goernos dos dois países. A cooperação deve envolver as áreas de economia, comércio, cultura, energia e educação.
Em entrevista, divulgada na Rússia, Maduro agradeceu a a assistência humanitária à Venezuela.
Segundo ele, foram enviadas 300 toneladas de carga humanitária da Rússia, principalmente medicamentos.
(Agência Brasil com informações da DW, agência pública internacional da Alemanha)




