Close Menu
Maranhão Hoje
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp RSS
    Maranhão Hoje
    Contato
    • Mundo
    • Brasil
    • Maranhão
    • Negócios
    • Poder e Política
    • Esporte
    • Outros
      • Agronegócio
      • Arte e Espetáculo
      • Blogs e colunistas
      • Ciência e Tecnologia
      • Conversa Franca
      • Comportamento
      • Eventos
      • Lançamentos
      • Maranhão Hoje TV
      • Turismo
      • Revista Maranhão Hoje
      • Variedades
      • Veículos
    Maranhão Hoje
    Home»Variedades»Tecnologia maranhense ganha o espaço com o nanossatélite Jussara-K
    Variedades

    Tecnologia maranhense ganha o espaço com o nanossatélite Jussara-K

    Aquiles Emir21 de agosto de 202504 Mins Read
    Compartilhar WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link
    Compartilhar
    WhatsApp Twitter Facebook Email Copy Link

    Satélite integra no Centro de Lançamento de Alcântara

    Com lançamento previsto para outubro, o nanossatélite Jussara-K, desenvolvido pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA), está prestes a entrar em órbita com uma missão inovadora de monitoramento ambiental e testes com inteligência artificial. Coordenado pelo professor do curso de Engenharia Aeroespacial Carlos Brito, o projeto marca um feito inédito: será o primeiro cubesat maranhense a integrar um voo comercial a partir do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA).

    A iniciativa é fruto do trabalho do Laboratório de Eletrônica e Sistemas Embarcados Espaciais  (LABESEE) da UFMA, em parceria com o Laboratório LISE, da Universidade Federal de São João Del-Rei (MG), responsável pelo fornecimento de peças. Conta ainda com a colaboração da startup Epic of Sun, de São Paulo, que desenvolveu a carga útil experimental baseada em inteligência artificial; da All to Space, encarregada do registro da frequência do satélite; e da Innospace, responsável pelo lançamento.

    Com menos de dez quilos e formato cúbico, os nanossatélites utilizam componentes mais simples e acessíveis, configurando-se como uma tecnologia promissora para o monitoramento ambiental e climático. No caso do Jussara-K, o objetivo é coletar dados que auxiliem na prevenção de queimadas na Amazônia Legal e na preservação de ecossistemas e comunidades tradicionais, além de permitir a análise de informações em tempo real por meio de inteligência artificial.

    Segundo Carlos Brito, o satélite enviará dados a partir de sensores distribuídos na região de Alcântara, capazes de indicar focos de incêndio e monitorar parâmetros como pH da água e temperatura: “Vai contribuir para a questão do monitoramento ambiental e até de plantações, cultivos locais, que existem lá em Alcântara”, explica o coordenador.

    Superação de desafios – O projeto envolve estudantes de graduação desde os primeiros semestres do curso, fortalecendo a integração entre ensino, pesquisa e inovação. Para a estudante Karollyne Gomes, do nono período de Engenharia Aeroespacial, a vivência prática é um diferencial na formação.

    “É muito enriquecedor para a gente como aluno, porque é uma experiência que a gente tem que ter no laboratório para conseguir colocar a nossa expertise em prática. Então, é uma oportunidade para nós como futuros profissionais da área”, afirmou ela.

    Para desenvolver a tecnologia, algumas barreiras tiveram que ser superadas. Ao integrar diferentes tipos de peças, o nanossatélite exigiu elevada precisão técnica, superação de barreiras logísticas e a articulação de diferentes áreas do conhecimento.

    “Trabalhar com satélite é muito complexo. Ele tem um nível de complexidade, muitos componentes. A microeletrônica que a gente chama traz alguns desafios. Têm uma série de nuances técnicas que você precisa estar atento. E qualquer tipo de falha que ocorra em um desses sistemas, ele afeta os demais. Então, isso é algo que precisa ter muito cuidado. Desde a construção dele até o lançamento”, pontuou o professor.

    Uma conquista coletiva – Os nanossatélites, assim como outras tecnologias espaciais, têm aplicações que vão do monitoramento ambiental à comunicação, saúde e indústria, gerando impactos diretos no cotidiano. Com o Jussara-K, a UFMA insere o Maranhão em posição de destaque no setor, que cresce mesmo em cenários de crise global. Além de ampliar a capacidade de observação e análise ambiental a partir do espaço, o projeto fortalece a formação de recursos humanos qualificados e estimula novas parcerias com universidades, startups e centros de pesquisa.

    Segundo Carlos Brito, a UFMA se insere no hall das poucas universidades que já fizeram esse tipo de lançamento:

    “São poucas as universidades que já lançaram satélites, contribuindo para um setor que é muito importante para qualquer país que está em desenvolvimento. Então, vários países buscam a tecnologia espacial. Elas são importantes porque permitem que você traga as soluções para outros setores da sociedade”.

    Mais do que colocar um satélite em órbita, o projeto amplia o protagonismo da Universidade e abre caminho para que novas parcerias e avanços tecnológicos possam surgir.

    Previous ArticleÔnibus sem condições de rodar prejudicam trânsito de São Luís
    Next Article BR 222 interditada em Vargem Grande na Operação São Raimundo dos Mulundus
    Aquiles Emir

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

    Você pode gostar

    Variedades


    Golden Shopping Calhau promove Pocket Show gratuito de Toy Story e programação especial de férias neste fim de semana

    23 de julho de 2026
    Variedades


    Editora Vida lança Bíblia com texto reorganizado pela sequência histórica dos eventos

    13 de julho de 2026
    Variedades


    Reserva do Congo reúne educação ambiental, conservação da biodiversidade e criação responsável de aves em São Luís

    10 de julho de 2026
    Add A Comment
    Leave A Reply Cancel Reply

    Demonstre sua humanidade: 2   +   7   =  

    Conversa Franca – Aquiles Emir

    Livro narra a história de um dos mais importantes importantes empresários do Maranhão, Luiz Noranha, que, além de outros negócios, foi representante da General Motors, pela Comave e Servepeças, sendo um dos responsáveis pela ampliação e dinamização do setor autorizo no mercado maranhense.

    Compartilhar
    Compartilhe este vídeo:
    • Últimas notícias
    • Revista Maranhão Hoje


    No sorteio de R$ 150 milhões da Mega-Sena, três apostas do Maranhão são premiadas com R$ 52,8 mil pelo acerto de cinco dezenas

    6 de agosto de 2026


    Encontro nesta sexta-feira debate o fortalecimento do futebol maranhense

    6 de agosto de 2026
    Vital do Rêgo, presidente do TCU, entregou lista ao presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Nunes Marques

    Lista do TCU encaminhada ao TSE tem 949 registros de gestores do Maranhão com contas irregulares

    6 de agosto de 2026


    Capital maranhense entra na rota da Corrida 100% Você com hidratação oficial da Indaiá

    6 de agosto de 2026


    Kartódromo Internacional de Imperatriz recebe avaliação positiva da FIA rumo à nova homologação

    6 de agosto de 2026

    MARANHÃO HOJE – ED. 129 JANEIRO 2024

    6 de fevereiro de 2024

    MARANHÃO HOJE – ED. 128 DEZEMBRO 2023

    30 de dezembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 127 NOVEMBRO 2023

    7 de dezembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 126 OUTUBRO 2023

    2 de novembro de 2023

    MARANHÃO HOJE – ED. 125 SETEMBRO 2023

    29 de setembro de 2023
    Facebook Instagram YouTube WhatsApp
    Maranhão Hoje © 2017-2026 . Desenhado por Os Orcas.

    Política de Privacidade / Termos de Uso

    Type above and press Enter to search. Press Esc to cancel.