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    Tecnologia maranhense ganha o espaço com o nanossatélite Jussara-K

    Aquiles Emir21 de agosto de 202504 Mins Read
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    Satélite integra no Centro de Lançamento de Alcântara

    Com lançamento previsto para outubro, o nanossatélite Jussara-K, desenvolvido pela Universidade Federal do Maranhão (UFMA), está prestes a entrar em órbita com uma missão inovadora de monitoramento ambiental e testes com inteligência artificial. Coordenado pelo professor do curso de Engenharia Aeroespacial Carlos Brito, o projeto marca um feito inédito: será o primeiro cubesat maranhense a integrar um voo comercial a partir do Centro de Lançamento de Alcântara (CLA).

    A iniciativa é fruto do trabalho do Laboratório de Eletrônica e Sistemas Embarcados Espaciais  (LABESEE) da UFMA, em parceria com o Laboratório LISE, da Universidade Federal de São João Del-Rei (MG), responsável pelo fornecimento de peças. Conta ainda com a colaboração da startup Epic of Sun, de São Paulo, que desenvolveu a carga útil experimental baseada em inteligência artificial; da All to Space, encarregada do registro da frequência do satélite; e da Innospace, responsável pelo lançamento.

    Com menos de dez quilos e formato cúbico, os nanossatélites utilizam componentes mais simples e acessíveis, configurando-se como uma tecnologia promissora para o monitoramento ambiental e climático. No caso do Jussara-K, o objetivo é coletar dados que auxiliem na prevenção de queimadas na Amazônia Legal e na preservação de ecossistemas e comunidades tradicionais, além de permitir a análise de informações em tempo real por meio de inteligência artificial.

    Segundo Carlos Brito, o satélite enviará dados a partir de sensores distribuídos na região de Alcântara, capazes de indicar focos de incêndio e monitorar parâmetros como pH da água e temperatura: “Vai contribuir para a questão do monitoramento ambiental e até de plantações, cultivos locais, que existem lá em Alcântara”, explica o coordenador.

    Superação de desafios – O projeto envolve estudantes de graduação desde os primeiros semestres do curso, fortalecendo a integração entre ensino, pesquisa e inovação. Para a estudante Karollyne Gomes, do nono período de Engenharia Aeroespacial, a vivência prática é um diferencial na formação.

    “É muito enriquecedor para a gente como aluno, porque é uma experiência que a gente tem que ter no laboratório para conseguir colocar a nossa expertise em prática. Então, é uma oportunidade para nós como futuros profissionais da área”, afirmou ela.

    Para desenvolver a tecnologia, algumas barreiras tiveram que ser superadas. Ao integrar diferentes tipos de peças, o nanossatélite exigiu elevada precisão técnica, superação de barreiras logísticas e a articulação de diferentes áreas do conhecimento.

    “Trabalhar com satélite é muito complexo. Ele tem um nível de complexidade, muitos componentes. A microeletrônica que a gente chama traz alguns desafios. Têm uma série de nuances técnicas que você precisa estar atento. E qualquer tipo de falha que ocorra em um desses sistemas, ele afeta os demais. Então, isso é algo que precisa ter muito cuidado. Desde a construção dele até o lançamento”, pontuou o professor.

    Uma conquista coletiva – Os nanossatélites, assim como outras tecnologias espaciais, têm aplicações que vão do monitoramento ambiental à comunicação, saúde e indústria, gerando impactos diretos no cotidiano. Com o Jussara-K, a UFMA insere o Maranhão em posição de destaque no setor, que cresce mesmo em cenários de crise global. Além de ampliar a capacidade de observação e análise ambiental a partir do espaço, o projeto fortalece a formação de recursos humanos qualificados e estimula novas parcerias com universidades, startups e centros de pesquisa.

    Segundo Carlos Brito, a UFMA se insere no hall das poucas universidades que já fizeram esse tipo de lançamento:

    “São poucas as universidades que já lançaram satélites, contribuindo para um setor que é muito importante para qualquer país que está em desenvolvimento. Então, vários países buscam a tecnologia espacial. Elas são importantes porque permitem que você traga as soluções para outros setores da sociedade”.

    Mais do que colocar um satélite em órbita, o projeto amplia o protagonismo da Universidade e abre caminho para que novas parcerias e avanços tecnológicos possam surgir.

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    Aquiles Emir

    Editor chefe da Revista e do site do Maranhão Hoje. Sócio-proprietário da Class Mídia – Marketing e Comunicação

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