Governador do Maranhão é um dos maiores críticos da política de meio ambiente do governo federal
Eleito nesta segunda-feira (21), presidente do Consórcio de Governadores da Amazônia Legal, o governador do Maranhão, , Flávio Dino (PCdoB), disse que pretende buscar de forma consensual o diálogo em defesa da região. O colegiado é formado formado por gestores de nove estados: Maranhão, Pará, Amazonas, Amapá, Roraima, Rondônia, Acre, Tocantins e Mato Grosso.
A votação contou com a participação de sete governadores — apenas os chefes dos executivos de Amazonas e Rondônia estiveram ausentes. Dino foi eleito por unanimidade.
O governador maranhense é um dos principais opositores de Jair Bolsonaro (sem partido) e ficará à frente do colegiado por todo o ano de 2021. Ele substitui na presidência da Amazônia Legal o governador do Amapá, Waldez Góes (PDT).
“Um colegiado abrange diferentes visões e quem o coordena tem que ter a capacidade de ouvir. Farei com a maior dedicação, maior patriotismo, maior civismo, e com espírito de unidade, de diálogo, de consenso. Buscar um entendimento médio, nem uma posição extremada de um lado, e nem de outro. Um espírito de unidade”, afirmou Dino ao Radar após o resultado.
No fim de 2019, mesmo ano em que foi criado, o consórcio anunciou uma parceria de preservação da floresta amazônica com a França, indo na contramão das medidas adotadas pelo governo federal.
(Com informações da Coluna Radar, da revista Veja)




